Lufthansa supera Air France-KLM e ascende ao topo da Europa

Apesar de a empresa alemã se ter aproximado do seu rival francês no ano de 2017, apenas conseguir ultrapassar a Air France-KLM em 2018.

A companhia aérea alemã Lufthansa superou o grupo Air France-KLM tornando-se a maior linha aérea europeia, assumindo assim o lugar mais alto pódio à empresa francesa. Esta mudança surge ao fim de 14 anos.

Apesar de a empresa alemã se ter aproximado do seu rival francês no ano de 2017, apenas conseguir ultrapassar a Air France-KLM em 2018 ao aumentar o tráfego de passageiros em 9%, superando de forma significativa o ritmo de crescimento francês. Segundo os dados de tráfego deste ano que passou, a Air France-KLM pode, ainda, vir a ser ultrapassada pela britânica IAG SA, que cresceu o dobro o ano passado em relação a 2017.

A alteração dos lugares no pódio marca o crescimento da empresa alemã, que também se deve à compra de pequenas empresas suíças, austríacas e belgas e ainda aos descontos na Eurowings. Um acordo realizado com os pilotos da companhia permitiu a ausência de greves e houve uma grande procura da primeira classe no ano passado, o que fez com que a Lufthansa ficasse em primeiro lugar. Para contrastar, a Air France-KLM sofreu paralisações por parte dos trabalhadores da empresa, do controlo aéreo e da manifestação dos “coletes amarelos”, que gerou prejuízos de 15 milhões de euros.

Recomendadas

CGD com “insuficiências” na análise de risco na concessão de crédito

Entre 2008 e 2013, o volume de créditos em incumprimento na CGD aumentou exponencialmente, de 1,5 mil milhões para 5,2 mil milhões, com os rácios a passarem de 2,3% para 7,5% respetivamente, segundo a auditoria. As imparidades, por sua vez, passaram de 3,2 mil milhões para 5,3 mil milhões de euros.

Inquérito/Energia: Vieira da Silva delegou em Zorrinho mas subscreve decisões

Vieira da Silva disse ainda “não ter dúvidas” de que “estrategicamente, teria sido vantajoso permanência do Estado na REN”, e adianta que “várias das medidas que o governo teve de tomar foram decididas num quadro de emergência.

Intervenção do Estado nas decisões da CGD teve “influência adversa”

A EY identificou, sobretudo, três situações originadas pelas estratégias definidas por sucessivos governos.
Comentários