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Luísa Costa Gomes: “Tenho a impressão que o último intelectual português é o Pacheco Pereira”

Retomamos nesta edição os almoços com histórias para contar. Personalidades da cultura, das empresas e da economia vão passar por estas páginas e contar histórias do passado e do presente. Nesta edição, conversamos com Luísa Costa Gomes. A escritora, dramaturga e também pintora fala sobre o que a faz pensar e criar. Sem filtros.
28 Fevereiro 2026, 10h00

Um almoço que não aconteceu. Dias antes, na troca de mensagens para escolher um restaurante para a conversa que se segue, decidiu-se por fazer algo diferente, um passeio pelo Parque do Inatel, na Costa da Caparica. Local sossegado, mais ao gosto da escritora Luísa Costa Gomes. Contudo, minutos antes do combinado, a chuva, que nas últimas semanas reapareceu, não nos deixou outra opção senão passar a conversa para o café do Inatel – entre uma garrafa de água e um sumo de frutos vermelhos, acompanhado pelo som da batida sincopada da troca do filtro do café.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia o artigo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 27 de fevereiro.


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