Lusitan Furniture: Startup de mobiliário muda público-alvo para sobreviver à pandemia

Na altura em que a empresa preparava o arranque da atividade, chegou a pandemia. A Covid-19 provocou uma quebra expressiva no setor da hoteleria e turismo, uma queda que levou à Lusitan Furniture a olhar para o consumidor privado como âncora de resgate.

Foto cedida\LusitanFurniture

A forte quebra assistida no setor do turismo e hotelaria, este ano, obrigou à startup de mobiliário a mudar de estratégia e escolher o consumidor privado como público-alvo. A Lusitan Furniture, nasceu na garagem de João Miguel Santos, em Ovar, em 2019, depois de alguns anos a trabalhar em algumas marcas do setor.

Ao Jornal Económico (JE), João Miguel Santos conta que o projeto, que regista vendas superiores a 15 mil euros, viu uma nova oportunidade surgir quando percebeu que o setor da hotelaria e escritórios “estava em franca expansão”.

“Haviam algumas marcas consolidadas no mercado nacional de mobiliário que respondiam a esses mercados, contudo o tipo de design que apresentavam era demasiado previsível e pouco inovador”, explica. Segundo o responsável, todos os artigos criados, desde a poltrona Caravelle II até aos puffs Santa Cruz, integram uma lã oriunda da Nova Zelândia, um material que não usado a nível nacional e que contribui para a diferenciação da empresa.

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