Passada a euforia do reforço político do partido que suporta o presidente argentino Javier Milei – nas eleições intercalares de outubro passado – a economia real voltou a ensombrar as propostas neoliberais do economista que lidera o país desde dezembro de 2023. É que, em janeiro, a inflação avançou mais do que o esperado, tendo chegado aos 32,4% em termos anuais, representando o oitavo mês de aumentos mensais, que desta vez chegaram aos 2,9%, o maior desde abril.
Mas estes são ‘apenas’ os números oficiais, que podem não ser os reais, uma vez que o diretor do Instituto Nacional de Estatística e Censo (INDEC), Marco Lavagna, renunciou ao cargo no início do mês porque o governo vetou o novo sistema no qual trabalhava há dois anos.
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