Madeira: ACIF reclama mais apoios para setor do turismo

No que respeita à segurança em termos de saúde pública, salientaram que importa haver uma orientação relativamente ao número de casos que poderá ditar um novo encerramento.

“Muitas das empresas vão abrir num curto espaço de tempo e terão que realizar investimentos para cumprir com os requisitos e recomendações das autoridades de Saúde, pelo que carecem de apoios adicionais, não só para os equipamentos e infra-estruturas, mas também para as necessidades acrescidas de mão-de-obra que as novas regras obrigam”, divulgou a Associação Comercial e Industrial do Funchal, após auscultar as diversas mesas do setor do turismo.

Foi salientado ainda o facto dos trabalhadores atualmente em layoff ainda terem os seus períodos de férias por gozar e os subsídios de férias e Natal não estarem abrangidos neste apoio.

“De igual modo, tendo sido anunciada uma linha regional, semelhante à linha nacional ADAPTAR, destacou-se a importância de assegurar que este mecanismo esteja acessível a todos os agentes económicos, independentemente da sua dimensão e tipologia”, sublinhou.

A necessidade de reforçar as medidas de apoio e a sua prorrogação para além do tempo que está definido (junho), foi um dos pontos destacados pelos associados, tendo sido referido que as verbas das linhas lançadas para apoio à tesouraria ainda não chegaram às empresas, assim como grande parte das verbas inerentes aos processos de layoff simplificado, “o que deixa as empresas numa situação muito delicada”.

No entanto, destacaram que as notícias vindas a público recentemente são animadoras, nomeadamente o fim da quarentena obrigatória a partir do dia 1 de julho, a assunção do custo dos testes realizados à chegada e a abolição do limite de dois terços de ocupação da capacidade dos aviões.

Contudo, revelam que ainda há algum desconhecimento em relação à realização dos testes à chegada, mais concretamente sobre o tempo de espera até a obtenção do resultado.

“A ACIF considera que estas últimas medidas, embora tardias, são de extrema importância para a dinamização do setor do turismo e para a negociação com os operadores, pois, sem transmitirmos aos mercados, de forma muita clara, quais são as regras, muito dificilmente conseguiremos que a nossa Região seja considerada como um destino de eleição na reprogramação dos operadores/companhias para o verão e que a gestão eficaz da situação epidemiológica (poucos casos e nenhuma morte), seja uma vantagem competitiva”, realçaram.

No que respeita à segurança em termos de saúde pública, salientaram que importa haver uma orientação relativamente ao número de casos que poderá ditar um novo encerramento.

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