Madeira dá início a ano escolar com 40 mil alunos e 6.500 professores

O secretário regional da Educação, na mensagem de arranque do ano letivo, alertou que a pandemia não acabou pelo que é necessário cumprir com as normas em vigor. O governante considerou que a “melhoria contínua” do nosso sistema educativo e a “elevação permanente” dos níveis de formação são “condições essenciais” para o desenvolvimento da região autónoma.

A Madeira arrancou o novo ano escolar com cerca de 40 mil alunos, 6.500 professores, cinco mil técnicos e funcionários e 154 escolas. O secretário regional da Educação, Jorge Carvalho, na sua mensagem de início de ano letivo alertou que a pandemia não se extinguiu pelo que é necessário cumprir com as normas que estão em vigor. O governante salientou que o ano letivo vai começar com “resposta completa” às necessidades das escolas, em termos de recursos humanos e materiais.

Jorge Carvalho considerou que neste ano letivo, que agora se inicia, a região estará “mais bem preparada” para enfrentar os desafios, “sempre movidos pela certeza de que a melhoria contínua do nosso sistema educativo e a elevação permanente dos níveis de formação são condições essenciais para o desenvolvimento da nossa Região”.

O governante diz que a região estará “mais fortalecida” para enfrentar a pandemia da Covid-19, “por termos atingido uma condição mais efetiva de controlo e prevenção da doença, a qual se ficou a dever a proatividade das autoridades regionais de Saúde que sempre perspetivaram a intervenção junto das populações estudantis de forma adequada e consequente”.

Contudo o secretário regional da Educação diz que a pandemia “não se extinguiu”, pelo que é “indispensável” cumprir com as normas que estão em vigor e que visam diminuir o risco de contágio por coronavírus.

Ano escolar arranca com “resposta completa” às necessidades

O governante diz que o ano escolar se inicia, salvo “casos emergentes que careçam de solução extraordinária”, com uma “resposta completa” às necessidades das escolas, quer em recursos humanos quer em materiais.

“Os apoios e garantias estabelecidas, diretamente na Ação Social Educativa ou através de outros instrumentos de promoção de equidade, boa parte deles fruto da iniciativa das escolas, continuam em vigor e mantêm como traço distinto o facto de serem as mais extensivas e completas no panorama nacional”, sublinha o governante.

Jorge Carvalho salienta na sua mensagem de início do ano letivo que a transição digital educativa “prossegue o rumo traçado”, e abrangem “através da cedência de equipamentos apropriados que ultrapassam as meras funções recreativas, cobrindo todos os alunos das escolas públicas entre o 5.º e o 7.º ano, além daqueles que frequentam o 8.º ano das escolas dos concelhos da Calheta, da Ribeira Brava e de São Vicente”.

Escola Gonçalves Zarco tem projeto-piloto

O governante salienta também o início do projeto-piloto para o Ensino Secundário, a ser desenvolvido numa turma de 10.º ano da Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco, considerando que se trata de uma “etapa fundamental” para a preparação da digitalização integral das aprendizagens neste ciclo de ensino.

Jorge Carvalho diz que este ano letivo, será um ano de recuperação integral do tempo de serviço efetivamente cumprido pelos professores ao serviço da região, “demonstrando quão acertada está a revelar-se a estratégia de um processo faseado, adequado às disponibilidades efetivas da Região e não ao sabor de reivindicações irresponsáveis de satisfação total e imediata”.

O governante disse ainda que a Secretaria Regional da Educação se manterá disponível para “encontrar, em diálogo com as comunidades educativas, as melhores respostas aos desígnios coletivos e às expetativas individuais”.

Secretaria da Educação destaca importância da comunidade escolar

O governante, dirigindo-se os estudantes, em especial aqueles que concluem ciclos de formações, incentivou-os a retirar “o maior proveito possível das condições e da oferta educativa proporcionadas pelas escolas a que se encontram vinculados, elevando os seus conhecimentos e os níveis das suas competências”.

Às famílias reforçou a convicção de que as “significativas melhorias experimentadas nos últimos anos são, em boa parte, consequência dos esforços e das expetativas positivas sobre a importância da formação dos seus descendentes”.

Já aos professores, Jorge Carvalho, agradeceu o “extraordinário desempenho, em particular nas difíceis condições dos dois últimos anos, e expressamos a nossa confiança na manutenção do padrão de elevada competência que, estamos certos, será mantido”.

O governante lembrou ainda os demais elementos da comunidade escolar, sublinhando que as suas funções são “decisivas” para o normal funcionamento das escolas, “desde o plano administrativo às demais áreas que estruturam um ambiente positivo, seguro e saudável nos estabelecimentos de ensino”.

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