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Madeira e Porto impulsionam ano recorde da imobiliária de luxo Sotheby’s em Portugal

Um dos principais destaques de 2025 foi a afirmação de novos polos de valorização no setor do imobiliário de luxo, com especial relevância para o Porto e a região Norte e para a Madeira, que registaram os melhores resultados de sempre.
11 Fevereiro 2026, 12h23

O imobiliário de luxo em Portugal atingiu um novo patamar de solidez em 2025, ano que se tornou o melhor de sempre na história da Portugal Sotheby’s International Realty.

Mas a novidade é a afirmação de novos polos de valorização no setor do imobiliário de luxo, com especial relevância para o Porto e a região Norte e para a Madeira, que registaram os melhores resultados de sempre.

Com um crescimento de 18% na faturação face ao ano anterior, a mediadora registou uma subida do ticket médio para os 1.155.650 euros (1,125 milhões de euros), o que a mediadora imobiliária considera ser a evidencia de “um mercado mais maduro, seletivo e focado no valor dos ativos a longo prazo”.

Este desempenho recorde foi impulsionado pela afirmação de novos polos de luxo fora de Lisboa: a Madeira liderou o crescimento com um aumento de 75% no volume de vendas, enquanto o Porto e a região Norte registaram uma subida de 67% em volume e de 113% no número de imóveis vendidos, consolidando estas geografias como destinos prioritários para o investimento premium.

Miguel Poisson, CEO da Portugal Sotheby’s International Realty, destaca que estes resultados confirmam uma evolução estrutural do setor, agora mais orientado para a sofisticação e para a qualidade estratégica do território.

“Os resultados de 2025 confirmam uma evolução clara do mercado imobiliário de luxo em Portugal. Assistimos a uma consolidação baseada na qualidade dos ativos, na sofisticação do comprador e numa leitura cada vez mais estratégica do território”, afirma o CEO da Portugal Sotheby’s International Realty.

O perfil do comprador em 2025 revelou um equilíbrio entre o mercado nacional e o internacional, com os investidores portugueses a assegurarem 56% das transações. No segmento estrangeiro, os Estados Unidos (10%), o Reino Unido (8%) e o Brasil (6%) mantiveram-se como as principais origens de capital.

A procura predominante por tipologias maiores, como apartamentos T2/T3 e moradias T4/T5, reforça a tendência de Portugal como um destino de residência permanente e qualidade de vida, em detrimento de movimentos meramente especulativos, segundo a Sotheby’s.


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