Madeira: Sindicato dos técnicos de diagnóstico reivindica descongelamento de carreira com nova tabela salarial

A estrutura sindical reúne-se com o Serviço Regional de Saúde para discutir as regras do descongelamento e reestruturação das carreiras.

O Sindicato dos Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica querem que o descongelamento da carreira seja feito levando em consideração a nova tabela salarial e não a antiga. O objetivo passa por manter a “equidade salarial entre profissionais”.

A estrutura sindical reúne-se esta terça-feira com o Serviço Regional de Saúde (SESARAM) para debater as condições de trabalho dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica, entre as quais as regras para o descongelamento da carreira e a reestruturação da carreira.

O sindicato reivindica que o descongelamento seja feito tendo em conta a nova tabela salarial e que a reestruturação da carreira seja feito em três categorias.

Com a aplicação destas medidas, defende o sindicato, evita-se a inversão da tabela já em 2020, e ainda o “esmagamento das carreiras com a diminuição” das categorias profissionais.

O sindicato sublinha que alguém com mais de 20 anos de serviço, se tiver o descongelamento feito na antiga tabela, vai receber menos do que alguém com seis anos de serviço, a receber já na nova tabela salarial. A estrutura sindical também alerta que existe uma “falsa melhoria” dos salários, se a reestruturação da carreira foi feita tendo em conta as regras actuais.

Com as regras atuais, com três categorias, explica o sindicato, ficavam na categoria base 95% dos profissionais, e na intermédios os restantes 5%, o que se traduziria num aumento de 180 euros num profissional com poucos anos de serviço e de 38 euros para alguém há mais de 20 anos no sistema de saúde.

O presidente da estrutura sindical, Luís Dupont, diz que acredita que o Governo Regional “vai continuar a honrar o compromisso feito com os profissionais.

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