Marcelo lamenta morte de Almeida Henriques, “amigo e companheiro de muitas lides”

“É com profundo pesar que o Presidente da República evoca o amigo e companheiro de muitas lides António Almeida Henriques”, assim começa a nota de Marcelo sobre o presidente da Câmara de Viseu.

Rui Ochoa / Presidência da República / Lusa

Marcelo Rebelo de Sousa manifestou este domingo “profundo pesar” pela morte de Almeida Henriques, através de nota publicada no site da Presidência da República.

“É com profundo pesar que o Presidente da República evoca o amigo e companheiro de muitas lides António Almeida Henriques”, assim começa a nota de Marcelo sobre o presidente da Câmara de Viseu.

Marcelo recorda Almeida Henriques como um “homem Bom”, que “dedicou a sua vida a Viseu e a Portugal, como autarca, como deputado nacional e europeu, como Membro do Governo; deixa obra e deixa saudades, lembrando-nos como esta doença, que nos assola, é terrível e nos apanha assim, de surpresa e desprevenidos, deixando a meio tanto que ainda tinha a dar aos seus concidadãos”.

Para o Presidente da República, esta “é uma morte que nos lembra como somos frágeis e como é importante levar a sério esta pandemia do nosso descontentamento. Almeida Henriques deixou-nos, mas a sua obra não nos deixará e será lembrado, em particular, pelos viseenses. À Família, em particular à Esposa com quem tem estado em contacto, ao Município de Viseu, aos seus amigos, o Presidente da República apresenta sinceras condolências”.

O presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, morreu neste domingo, aos 59 anos, vítima de complicações respiratórias decorrentes da Covid-19, depois de um mês de internamento no Hospital de São Teotónio.

A noticia da morte do autarca social-democrata, que fora apontado pelo PSD como candidato à reeleição nas autárquicas deste ano, foi confirmado por uma nota da Câmara de Viseu na manhã deste domingo.

Infetado com o SARS-CoV-2 no início de março, o autarca entrou para a unidade hospitalar viseense pelo seu pé, depois de os sintomas da Covid-19 se terem agravado. No entanto, a partir de 10 de março foi transferido para a unidade de cuidados intensivos, necessitando de ser entubado e ventilado devido à insuficiência respiratória.

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