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Mariana Leitão reforça apoio ao povo iraniano: “Portugal não pode ceder a narrativas que branqueiem o regime”

Na rede social X, a líder da Iniciativa Liberal escreveu que o partido “denuncia há vários anos a repressão brutal exercida pelo regime islâmico iraniano sobre o seu próprio povo, em particular sobre as mulheres, opositores e minorias. Ainda há poucas semanas o Irão voltou a ter sangue nas ruas, o sangue de quem ousa pedir liberdade”.
2 Março 2026, 17h15

A líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, reforçou a condenação ao regime iraniano, denunciando a “repressão brutal” exercida sobre o povo e reafirmando o apoio de Portugal aos que lutam pela liberdade contra a “violência institucionalizada” de Teerão.

Na rede social X, a líder da Iniciativa Liberal escreveu que o partido “denuncia há vários anos a repressão brutal exercida pelo regime islâmico iraniano sobre o seu próprio povo, em particular sobre as mulheres, opositores e minorias. Ainda há poucas semanas o Irão voltou a ter sangue nas ruas, o sangue de quem ousa pedir liberdade”.

“A Iniciativa Liberal tem sido sempre clara: está ao lado do povo iraniano que tem sacrificado a própria vida na luta contra um regime teocrático, que vive do medo, da censura e da violência institucionalizada”, escreveu Mariana Leitão, acrescentando que os liberais rejeitam “a guerra como ferramenta de política externa, mas nunca fechou os olhos à realidade de um regime que viola sistematicamente direitos humanos fundamentais e o direito internacional, apoiando vários grupos terroristas (e sendo determinante na agressão russa à Ucrânia)”.

Para a IL “o programa nuclear ofensivo deve ser desmantelado, o apoio a organizações terroristas terminado”.

Mariana Leitão disse ainda que “além da defesa intransigente dos direitos humanos, Portugal deve estar alinhado com os seus parceiros europeus na proteção dos seus interesses estratégicos, sem ceder a narrativas que procurem branquear a natureza opressiva e assassina do regime iraniano”.

“Cabe ao Estado português garantir que todos os seus cidadãos estão protegidos e que possam regressar em segurança, se necessário, assegurando a prestação do apoio consular”, referiu.

A 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel lançaram ataques coordenados contra o Irão, visando dezenas de alvos incluindo escolas, numa operação para neutralizar ameaças nucleares. O Irão respondeu com retaliação através de ataques com mísseis contra oito países do Médio Oriente.


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