A China saudou hoje a libertação de reféns israelitas pelo grupo islamita palestiniano Hamas, o primeiro passo do plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim a dois anos de guerra em Gaza.
“A China saúda e apoia todos os esforços que conduzam à restauração da paz e ao alívio da crise humanitária” na Faixa de Gaza, disse o porta-voz dos Negócios Estrangeiros, Lin Jian, numa conferência de imprensa diária.
“A prioridade é o estabelecimento de um cessar-fogo abrangente e duradouro o mais rapidamente possível”, acrescentou, reiterando a posição de princípio da China a favor de uma solução de dois Estados.
O Hamas libertou hoje os últimos 20 reféns israelitas mantidos na Faixa de Gaza.
As autoridades israelitas anunciaram o regresso dos primeiros sete reféns sobreviventes antes das 10:00 (07:00 em Lisboa).
Segundo a emissora pública israelita, o outro grupo de 13 reféns foi entregue, como acordado, à Cruz Vermelha Internacional no sul da Faixa de Gaza e que devem ser entregues ao Exército israelita “em breve”.
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