Segundo um comunicado, o segmento feminino representa a maior fatia, com cerca de 58% da procura, embora o masculino deva registar o crescimento mais rápido ao longo do período de previsão. O vestuário étnico também se destaca, devido ao seu uso frequente em festivais, ao custo elevado de aluguer e aos cuidados necessários para a sua manutenção.
A América do Norte lidera o mercado global, representando 40% da quota em 2017, seguida da Europa. Contudo, a região Ásia-Pacífico deverá crescer mais rapidamente, com uma CAGR estimada de 11,4%, impulsionada por países como a China e a Índia. Este crescimento deve-se à procura por alternativas económicas à compra direta de roupas e à crescente aceitação social do aluguer de vestuário. Espera-se que consumidores com menos poder de compra vejam neste comércio uma opção económica, especialmente as mulheres.
O aumento da facilidade de utilização do comércio online e a maior penetração da internet são os principais motores deste mercado. A tecnologia móvel também tornou o processo mais prático e acessível. Além disso, o crescimento do comércio eletrónico na Ásia-Pacífico tem contribuído para a expansão do setor.
Apesar do crescimento, o mercado ainda enfrenta desafios, incluindo políticas de aluguer específicas, regulamentação limitada e conhecimento reduzido das plataformas entre a população.
O aluguer de roupas online representa uma alternativa económica para os consumidores, especialmente mulheres, e deverá continuar a expandir-se à medida que a tendência do “No Ownership” e da moda consciente se consolida globalmente.
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