PremiumMontante do PEPP do BCE depende das condições económicas

Lagarde disse que os 1,85 biliões de euros podem não ter de ser gastos na totalidade, mas também podem ser aumentados dependendo das condições do mercado

A ata da reunião do Banco Central Europeu (BCE) em março, publicada esta quinta-feira, mostrou que nem todos os membros do banco central pretendem uma aceleração do ritmo da compra de ativos. Alguns preferem um aumento mais pequeno nas compras de títulos e concordaram em antecipar a compra neste trimestre, com a condição de que poderia ser cortada mais tarde, se as condições o permitirem.

As compras de títulos mensais no âmbito do Programa de Compra de Emergência Pandémica (PEPP) de 1,85 biliões de euros do BCE subiram mais de 20% no mês passado, o suficiente para estabilizar os rendimentos dos títulos nominais e empurrar as rentabilidades ajustadas pela inflação de regresso aos níveis mais baixos do início do ano.

No final de março, o BCE acelerou a compra de títulos soberanos depois de uma subida considerável das yields do tesouro dos EUA que elevou os custos dos empréstimos na zona euro e ameaçou a recuperação da União Europeia.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

PremiumAlguns socialistas, os líderes da direita e Paulo Portas

Historiadora Maria de Fátima Bonifácio fará um mini ensaio sobre a relação dos portugueses com o Estado ao longo da História, até à ‘era Salazar’.

PremiumBrasil e Índia estão a enfrentar o pior da pandemia

Dois países distantes um do outro, mas que convergem em termos de várias caraterísticas endógenas às suas sociedades, são os epicentros dos piores dias da catástrofe sanitária que assola o mundo. Com cada um deles a tentar desenvencilhar-se das suas próprias incapacidades e a ajuda internacional a não poder chegar a todo o lado, a única estratégia parece ser esperar que o pior passe. E, como não podia deixar de ser, o pior da alma humana já está em campo.

PremiumConstança baixa a guarda na ‘polémica Cravinho’

Manuel Alegre, à frente de outras reações no PS, remeteram a vice-presidente da bancada parlamentar ao silêncio. Mas insiste em que o partido não abandonou o combate à corrupção nos anos de Sócrates.
Comentários