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Montenegro assegura que “na maioria do país, haverá condições” para manter eleições

“Na grande maioria do país, haverá condições – como houve no primeiro sufrágio desta eleição, já com chuvas, quer no voto antecipado do segundo sufrágio com situação de calamidade – para cumprir essa possibilidade, independentemente de o país ter uma situação meteorológica com muita pluviosidade e ventos”, disse Luís Montenegro.
5 Fevereiro 2026, 20h08

O primeiro-ministro defendeu, esta quinta-feira, que existem condições para manter a segunda volta das eleições presidenciais na generalidade das mesas de voto.

“Impõe que seja feita uma avaliação dos locais e condições de mobilidade e acessibilidade ao espaço. Na grande maioria do país, haverá condições – como houve no primeiro sufrágio desta eleição, já com chuvas, quer no voto antecipado do segundo sufrágio com situação de calamidade – para cumprir essa possibilidade, independentemente de o país ter uma situação meteorológica com muita pluviosidade e ventos”, disse Luís Montenegro.

O chefe de Governo referiu que “no terreno há alguns constrangimentos, mas na grande maioria dos casos são superáveis”. “Temos de garantir que as mesas de voto abram em condições para que todos possam votar. Na esmagadora maioria do país haverá condições de garantir as eleições. Caberá aos presidentes das camaras municipais reunir elementos para saber se há condições para se exercer o voto em determinadas freguesias e mesas de voto”, acrescentou.

De recordar que, esta quinta-feira, André Ventura afirmou que: “Temos grande parte do país em estado de calamidade. Francamente, não temos condições de termos eleições disputadas e marcadas neste contexto”. No entanto, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) disse, esta quinta-feira, que “a existência de estado de calamidade, avisos meteorológicos ou situações adversas de carácter geral não constitui, por si só, fundamento suficiente para o adiamento da votação ao nível concelhio ou distrital”.

Sobre as críticas do Presidente da República, Montenegro indicou que o que possa funcionado mal fora do nosso campo de ação, mas não é neste momento que vamos desviar a nossa força e foco” para a avaliação do que tem sido feito


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