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Montenegro não relaciona aumento da mortalidade com falta de assistência médica

“Uma vaga de frio, cujos efeitos tiveram um aumento no número de óbitos, não é só em Portugal, vários países europeus registam um valor muito semelhante”, referiu o primeiro-ministro.
O primeiro-ministro, Luis Montenegro (D), durante o debate do Estado da Nação, na Assembleia da República, em Lisboa, 17 de julho de 2025. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
21 Janeiro 2026, 17h05

Questionado sobre o aumento de 20% de óbitos, segundo dados da agência da Europa que monitoriza o número de óbitos, o primeiro-ministro recusou associar este aumento à falta de assistência.

“Uma vaga de frio, cujos efeitos tiveram um aumento no número de óbitos, não é só em Portugal, vários países europeus registam um valor muito semelhante”, referiu o primeiro-ministro.

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, levantou a questão, mas rapidamente Luís Montenegro assegurou que o mesmo está a acontecer noutros países europeus.

“Estamos a fazer uma avaliação para termos um conhecimento mais aprofundado das razões sobre esta factualidade”, afirmou Montenegro, salientando que se registou uma “homogeneidade em todas as regiões do país”.


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