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Montenegro rejeita descida do IVA da alimentação e acusa PS de promover “leilão” de medidas

Em resposta ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, o primeiro-ministro rejeitou descer o IVA da alimentação e disse que o PS está a promover um “leilão” de medidas políticas e de revelar “impreparação” face ao atual contexto internacional.
4 Março 2026, 15h54

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, negou, esta quarta-feira, no Parlamento, a descida do IVA da alimentação.

Em resposta ao secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, o primeiro-ministro rejeitou descer o IVA da alimentação e disse que o PS está a promover um “leilão” de medidas políticas e que revela “impreparação” face ao atual contexto internacional.

Segundo o chefe do Governo, o momento exige “sentido de responsabilidade e de Estado”, defendendo que é necessário dar tempo para avaliar a situação antes de avançar com novas decisões.

“Não podemos começar um leilão, sempre na nuance de que tudo é uma exceção”, afirmou, acrescentando que essa postura demonstra “impreparação”.

O IVA na alimentação em Portugal varia entre 6% (taxa reduzida) para bens essenciais e 13% (taxa intermédia) na restauração e refeições prontas. Bebidas alcoólicas, refrigerantes e água com gás no setor de restauração pagam 23% (taxa normal). Bens essenciais como pão, leite e fruta beneficiam da taxa de 6%.


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