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Música, muita música para adoçar o novo ano

Janeiro na Fundação Gulbenkian traz uma série de propostas que, não sendo um antídoto para os  males do mundo, será certamente um elixir para os próximos tempos. De Bizet e Bellini à Grande Missa de Mozart.
13 Dezembro 2025, 13h00

O desejo de harmonia no mundo norteou a escolha do programa desenhado para receber 2026. É com esse espírito que a Orquestra Gulbenkian e o maestro Hannu Lintu se propõem interpretar um repertório concentrado na música francesa, incluindo passagens pelas obras de Camille Saint-Saëns (Sansão e Dalila) e Georges Bizet (a famosíssima Carmen). A soprano norte-americana J’Nai Bridges, vencedora de dois prémios Grammy abre o ciclo (7, 8 e 9 de janeiro), acompanhada pela Orquestra Gulbenkian, num diálogo entre a modernidade e a herança musical europeia.

Segue-se a Sinfonia n.º 44 em Mi menor, Hob. I:44, “Luto”, de Joseph Haydn, composta entre 1770 e 1771 para a corte dos Príncipes Esterházy. “Trata-se de uma das mais expressivas sinfonias do período Sturm und Drang, que se carateriza por uma escrita intensa e emotiva e surpreendentes viragens harmónicas”, como salienta o programa, que fecha com duas composições de Jacques Offenbach: Orfeu nos infernos: Abertura e La Périchole: “Ah quel diner“.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui a versão completa. Edição do Jornal Económico de 12 de dezembro.


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