“Nas próximas 36 horas, o dispositivo não desarma”, diz Proteção Civil sobre fogos florestais

O comandante da Região Centro Norte da Proteção Civil fez um novo ponto da situação sobre os incêndios que afetam a região de Castelo Branco desde o passado.

O comandante da Proteção Civil para a região Centro Norte , Pedro Nunes fez um novo ponto da situação à imprensa sobre os incêndios na região de Castelo Branco e garantiu que “no melhor dos cenários nas próximas 24h/36 horas o dispositivo não desarma”.

Pedro Nunes referiu que neste momento existe “um conjunto de meios pré-posicionados por todo o perímetro para melhoria, rescaldo e vigilância ativa para que caso exista algo a intervenção seja feita num curto espaço de tempo”, acrescentando que “os meios que nós temos neste teatro de operações, quer humanos, aéreos ou terrestres para já é o apropriado”.

Questionado sobre se existiram falhas do SIRESP, Pedro Nunes assumiu que a Proteção Civil tem “uma equipa em permanente monitorização com o SIRESP e não temos registo de nenhuma falha até ao momento”.

O responsável salientou que as autoridades vão “manter tudo como está ao nível da organização, do dispositivo terrestre, aéreo e de todas as entidades até acharmos necessário”, assumindo que não podia existir melhor equipa para realizar todo o trabalho no combate aos incêndios de Vila de Rei e Mação.

“Tudo o que de bom há em Portugal e com capacidade de trabalho aéreo, terrestre, técnico e análise está reunido neste teatro de operações. Mais não temos”, disse, frisando que “como era uma situação complexa fomos buscar tudo e todas as entidades, porque todos somos poucos para tentar resolver um problema tão complexo”.

Foi ainda feito um novo balanço sobre os feridos, que nesta altura desceu para 12, dos quais um em estado grave que se encontra internado no Hospital de São José, em Lisboa, desde o passado sábado.

Frentes de fogo de Vila de Rei e de Mação estão 90% dominadas

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“Há 10% ainda de território, inserido nestas frentes, que carece ainda de muita atenção,10% ainda tem chama”, destacou o comandante Pedro Nunes da Proteção Civil.
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