Carros parados em casa ou na rua obrigados a ter seguro em dia

O Supremo Tribunal da Justiça conclui que donos só podem deixar de pagar seguro quando as viaturas forem regularmente retiradas de circulação. Casos de doença ”não são desculpa”.

Qualquer automóvel que permaneça estacionado em terreno particular ou na via pública será obrigado a manter o seguro em dia. A decisão foi o Tribunal Supremo de Justiça, depois de ter questionado o Tribunal de Justiça da União Europeia sobre dúvidas em relação à interpretação das diretivas europeias.

A notícia é avançada pelo ”Jornal de Notícias”, na sua edição desta sexta feira, 23 de novembro. Em caso de dúvida, esta jurisprudência deverá ser seguida pelos tribunais e autoridades, refere o diário generalista.

Caso se encontre nesta situação – e não queira pagar um seguro que cubra estas despesas -, o jornal do grupo Global Media informa que deve efetuar o cancelamento da matrícula, para não pagar imposto único de circulação e seguro. O cancelamento é feito no Instituto da Mobilidade e dos Transportes, que retira a autorização para o veiculo circular na via publica. Pode ser feito a tempo definitivo ou temporário.

Recomendadas

Isabel dos Santos deve mais de 500 milhões de euros à banca

O regulador bancário já terá pedido a todas as instituições uma atualização sobre os financiamentos, assim como aos auditores externos para verificarem a adequação dos níveis de imparidades, noticia o “Expresso”. “Correio da Manhã” revela que CGD e BCP concentram os valores mais elevados dos empréstimos.

‘Rebranding’ ao fim de 293 anos. Royal Bank of Scotland muda de nome

Alison Rose afirmou que este é o momento certo para fazer uma mudança e alterar o nome do RBS, que já data 293 anos. No entanto, as agências bancárias, como o Ulster Bank, na Irlanda do Norte, do RBS vão manter o nome.
Revolut

Revolut passa a estar disponível na aplicação Dabox

Os utilizadores – independentemente de serem ou não clientes da Caixa Geral de Depósitos – conseguem agora agregar a sua conta na fintech britânica à ‘app’ da CGD.
Comentários