Norte-americanos são os que mais gastaram em alojamento em Portugal

Dados da plataforma de alojamento Uniplaces indicam que os estudantes e profissionais oriundos dos Estados Unidos são os que mais gastam em arrendamento no nosso país, seguidos pelo Reino Unido, França, Holanda e Alemanha.

Os alunos e profissionais provenientes dos Estados Unidos são aqueles que mais dinheiro gastam no arrendamento em Portugal, através da Uniplaces. A plataforma de alojamento divulgou esta terça-feira, 10 de dezembro os resultados obtidos entre 1 de janeiro e 4 de dezembro, onde conclui, que estas duas categorias gastam em média 676 euros no arrendamento de médio prazo.

Seguem-se os estudantes oriundos do Reino Unido (586 euros), França (534 euros), Holanda (532 euros) e Alemanha (525 euros). Os norte-americanos lideram também em Lisboa, pagando pelo arrendamento de casa ou quarto através da plataforma Uniplaces uma média de 665 euros. Seguem-se os estudantes e profissionais da Noruega (645 euros), Suécia (626 euros), Canadá (614 euros) e Reino Unido (598 euros).

Já na cidade do Porto, com valores médios mais baixos, são os estudantes do Reino Unido que pagam os valores mais elevados por alojamento, com uma média de 589 euros, seguidos pela nacionalidade francesa (497 euros), turca (494 euros), holandesa (487 euros) e alemã (477 euros).

Na cidade de Coimbra, à exceção da nacionalidade macaense, que lidera a lista dos países que mais gastam em arrendamento na cidade através da Uniplaces, com uma média de 504 euros, todas as restantes nacionalidades pagam, em média, rendas abaixo dos 400 euros: Reino Unido (358 euros), França (328 euros), Bélgica (319 euros) e China (308 euros).

Se não contabilizarmos o valor médio gasto no arrendamento, pertence aos alunos brasileiros a maior percentagem de arrendamento através da Uniplaces, com 25,69%. Seguem-se Espanha (8,06%), Itália (7,54%), França (5,83%) e Alemanha (5,76%).

Desde o seu lançamento em 2012, a Uniplaces foi das startups portuguesas que mais financiamento conseguiu angariar, totalizando até agora um investimento de praticamente 30 milhões de euros.

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A Deco explica ainda que no caso de obras abusivas, as câmaras municipais são a primeira linha da solução, enquanto nos casos de ruído (entre as 22 horas e as 7 horas), “a PSP é a entidade a contactar”.
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