O governo da Noruega está a tomar medidas preventivas e começa a preparar a sua população para eventuais conflitos, não apenas devido à invasão da Rússia a parte do território da Ucrânia, mas agora com as intenções dos EUA sobre a Gronelândia, notícia o site espanhol “El Economista”.
As cartas não têm qualquer impacto prático em tempos de paz, servindo apenas para informar os proprietários de que o exército poderá confiscar os seus bens em caso de conflito, segundo o comunicado do governo norueguês.
Com cerca de pouco mais de 5 milhões de habitantes, mas com um território muito extenso, cheio de reservas de petróleo (as maiores da Europa Ocidental), madeira e outras commodities atrativas. Por isso, o país nórdico deve estar preparado para defender o seu grande tesouro com os poucos ‘recursos humanos e materiais’ com que conta.
“As expropriações têm como objetivo garantir que, numa situação de guerra, as forças armadas tenham acesso aos recursos necessários para a defesa do país”, declarou o exército num comunicado. Num primeiro passo, serão emitidas cerca de 13.500 expropriações preparatórias para 2026. A solicitação tem uma validade de um ano. Aproximadamente dois terços das cartas enviadas em 2026 foram renovações de anos anteriores.
“A Noruega encontra-se na situação de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial. A nossa sociedade deve estar preparada para as crises de segurança e, no pior dos casos, para a guerra”, afirmou o chefe de organização logística militar, Anders Jernberg, em comunicado. “Estamos a levar a cabo um importante reforço da preparação militar e civil.”
A Noruega, um dos membros fundadores da NATO, tem reforçado as suas defesas nos últimos anos.
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