Não temos uma explicação científica, mas dificilmente será por acaso que há tantas cenas marcantes de filmes passadas em estações de comboios, carruagens, naquela cadência que lhe é tão particular. Na literatura também. O comboio sempre exerceu um grande fascínio sobre os humanos. E não será a banalização do avião que nos vai privar deste emaranhado de memórias sobre carris. Umas vividas, outras sonhadas.
E antes que alguém se insurja e classifique o comboio de “coisa nostálgica”, arquelogia industrial, já nos instalámos, confortavelmente, saboreando o tempo como um compasso musical. A proposta é simples. Escolher um itinerário e seguir pela orla costeira ou por entre lagos de um azul intenso. Alasca, Sul da Califórnia, Vietname ou costa amalfitana, sem esquecer a Nova Zelândia.
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