Seguro venceu, destacado, quando falta apurar o resultado de nove consulados. Mas o jogo das presidenciais ainda vai a meio. Nas eleições mais disputadas de sempre, foram muitos os perdedores.
Após uma década afastado da vida partidária e dos holofotes, António José Seguro focou-se no ensino universitário em Lisboa e na gestão de um empreendimento de alojamento local.
O candidato venceu a primeira volta com 31,5% dos votos e vai disputar o segundo ato das Eleições Presidenciais com André Ventura (23,5%) marcadas para o dia 8 de fevereiro. “Esta a casa de todos os democratas e todos são bem-vindos. Para mim não há portugueses bons, nem portugueses maus, nem portugueses de primeira ou de segunda, somos todos Portugal”, afirmou.
“A direita não perdeu estas eleições”, repetiu o presidente do Chega, que se posiciona como “a única alternativa ao socialismo” e o líder da direita, apesar da fragmentação.
Sem endossar qualquer apoio para a segunda volta, o antigo presidente da Iniciativa Liberal disse que Portugal pode ter um socialista em Belém e que a culpa desse eventual desfecho é do presidente do PSD.
O candidato presidencial Gouveia e Melo assumiu este domingo que os resultados da primeira volta das eleições não corresponderam aos objetivos que traçou, mas avisou que o país continuará a contar com a sua “participação cívica”.
A ameaça deixada pelo presidente dos Estados Unidos contra os oito países europeus que enviaram tropas para a Gronelândia – Portugal, evidentemente, não faz parte – está a ser observada como uma coerção intolerável. Macron quer recorrer ao Instrumento Articoersão, criado tendo em vista a… China.
Presidente da Fed mudou de postura, acusando Trump de o visar pela sua recusa em baixar taxas, e analistas e conselheiros da Casa Branca convergem: a perseguição a Powell será contraproducente.
A criação de um regime de vistos acelerados para atrair especialistas estrangeiros em diferentes domínios da inteligência artificial está entre as promessas da nova Agenda Nacional para a IA.
A semana começa com uma reunião do Eurogrupo para analisar as candidaturas à vice-presidência do BCE: Mário Centeno, ex-Governador do BdP, está entre os favoritos. Também esta semana, Marcelo Rebelo de Sousa vai discursar em Estrasburgo a propósito dos 40 anos da adesão de Portugal à UE. O Fórum Económico Mundial de Davos marca também a atualidade.
O price dumping é, no fundo, uma armadilha. Não enriquece o ecossistema; esgota-o. O caminho certo passa por criar valor verdadeiro na economia, garantindo que as pessoas paguem por aquilo que realmente valorizam.
António José Seguro agradece não ter o apoio formal do PSD, embora ambicione os votos. Quanto ao Chega, está forte, o que contrasta com a fraqueza de Luís Montenegro.