Premium“O que abunda na Assembleia da República é o centralismo”

Carlos Pereira diz que se “não existir consenso” entre os deputados da Madeira, com assento na Assembleia da República, torna-se difícil ou até mesmo impossível aprovar o que quer que seja.

O candidato do PS Madeira à Assembleia Legislativa da República, Carlos Pereira, quer assumir-se como o gerador de consensos entre os deputados regionais sobre temas de relevo para a região. O socialista entende que só com esta postura é possível fazer passar assuntos de relevo para a região autónoma numa assembleia onde abunda o centralismo.

Carlos Pereira diz que se “não existir consenso” entre os deputados da Madeira, com assento na Assembleia da República, torna-se difícil ou até mesmo impossível aprovar o que quer que seja.

“Fui aprendendo ao longo do tempo, percebendo como é que íamos gerar um consenso entre nós, colegas da Madeira, e depois então cada um discutir no seu grupo parlamentar”, explica.

O socialista reforça que é preciso existir capacidade, em assuntos com interesse para Madeira, de gerar consenso. “No quadro da Assembleia da República o que abunda mesmo é o centralismo”, afirma Carlos Pereira.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 6 de setembro.

Recomendadas

PremiumDeloitte vai quase duplicar soluções na “App Store fiscal”

Os programadores da consultora irão, até ao final do ano, desenvolver mais aplicações móveis para automatizar os processos fiscais das empresas.

PremiumVenda do BNI Europa aguarda fecho das contas de 2019

Negócio deverá ficar fechado no primeiro trimestre de 2020. O banco apesenta contas anuais em março.

PremiumBCP quer reduzir malparado para 3 mil milhões em 2021

O BCP lucrou 302 milhões em 2019, à custa de mais-valias em dívida portuguesa. A redução do 1,3 mil milhões de NPE foi a boa notícia.
Comentários