Onde é gasto o nosso dinheiro?

O orçamento da Região Autónoma da Madeira padece de 607 milhões para o serviço da dívida (406 milhões de amortização e 201 milhões de juros) e de 132,8 milhões para as parcerias público-privadas (PPP’s). Os cidadãos estão a pagar aproximadamente 363,835 euros ao dia para fazer face às PPP’s, que no total custarão mais de 2,5 mil milhões de euros.

Os madeirenses e os porto-santenses aspiram, na sua essência, a melhor qualidade de vida, mais emprego, mais apoio à natalidade, mais e melhor saúde, menos impostos, um setor empresarial privado mais desafogado e um governo que gaste menos dinheiro em sociedades de desenvolvimento falidas, em nomeações políticas e em conselhos de administração, como por exemplo, o do Fundo de Estabilização Tributária, o único a nível nacional remunerado.

O orçamento da Região Autónoma da Madeira padece de 607 milhões para o serviço da dívida (406 milhões de amortização e 201 milhões de juros) e de 132,8 milhões para as parcerias público-privadas (PPP’s). Os cidadãos estão a pagar aproximadamente 363,835 euros ao dia para fazer face às PPP’s, que no total custarão mais de 2,5 mil milhões de euros.

Torna-se fundamental reduzir e emagrecer a despesa da Região. Menos administrações no setor empresarial (e daí a necessária fusão), menos nomeados, menos gastos com advogados, menos pareceres e estudos, menos gastos com custos de contexto.

A baixa dos impostos diretos contribui, a muito curto prazo, para o aumento das receitas proveniente dos impostos indiretos (IVA, ISP e outros), fomenta a economia, para o aumento da produção e incentiva a criação de postos de trabalho. Estimam-se que pelo menos 38% da redução de impostos diretos retorna em novas cobranças por via de impostos indiretos resultantes do aumento do consumo.

Baixar os impostos na RAM permitirá aumentar o poder de compra e acompanhar a poupança das famílias.

Baixar os impostos torna as empresas mais competitivas e com menos carga fiscal. Haverá, consequentemente, mais investimento e mais emprego.

Ao invés, contrair e conceder empréstimos às sociedades de desenvolvimento detidas pela Região, que é depois convertido em capital social (irremediavelmente perdido), é penalizar os contribuintes e deitar dinheiro fora.

Recomendadas

CDS quer estatuto de Ultraperiferia na União Europeia

Fernanda Cardoso, do PSD, diz que o projeto apresentado na Assembleia Legislativa da autoria do CDS, não traz “nada de novo” e que se limita a ser “um decalque” da Declaração Final da Conferência dos Presidentes das RUP, que se reuniram em novembro do ano passado.

Fundos europeus não são um “eldorado”, diz Raquel Coelho

Já José Manuel Rodrigues, diz que é inegável afirmar que “vamos continuar a precisar como de pão para a boca” dos fundos da União Europeia.

Madeira vai promover evento de moda com 10 estilistas na Festa da Flor

O evento vai realizar-se a 11 de maio na Praça do Povo e tem como objectivo desenvolver uma colecção inspirada em flores e insere-se numa estratégia de renovação e enriquecimentos dos cartazes turísticos da Madeira.
Comentários