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Operação Picoas: Autoridades portuguesas e francesas voltam a fazer buscas a cofundador da Altice

O Ministério Público, em conjunto com a Polícia Judiciária francesa, realizou novas buscas domiciliárias ao co-fundador português da Altice, Armando Pereira, em Guilhodrei, e à casa do empresário bracarense Hernâni Vaz Antunes, avançou a SIC e o jornal Público. Uma procuradora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, acompanhada por elementos da PSP e […]
ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
12 Março 2026, 21h27

O Ministério Público, em conjunto com a Polícia Judiciária francesa, realizou novas buscas domiciliárias ao co-fundador português da Altice, Armando Pereira, em Guilhodrei, e à casa do empresário bracarense Hernâni Vaz Antunes, avançou a SIC e o jornal Público.

Uma procuradora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, acompanhada por elementos da PSP e por um profissional da justiça francesa, estiveram várias horas na casa de Armando Pereira, em Guilhofrei, em Vieira do Minho. Também a casa de Hernâni Vaz Antunes, em Gualtar, e várias sociedades do empresário bracarense foram alvo de buscas.

Em causa estarão novos factos e suspeitas que as autoridades portuguesas e francesas procuram provas.

Ao PÚBLICO, o advogado de Armando Pereira, Pedro Marinho Falcão, confirmou que a casa de Vieira do Minho foi novamente visitada pelas autoridades. “Confirmo que foram realizadas pela terceira vez buscas na casa do meu cliente em Guilhofrei. Não se compreende esta encenação do Ministério Público que há muito já deveria ter terminado o inquérito e continua a insistir em realizar buscas em locais onde até à data nunca encontraram nenhum elemento de prova relevante”, afirma Marinho Falcão.

 


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