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Os 12 trabalhos da histórica National Gallery

Estagnação das receitas, aumento do custo de vida e custos operacionais levam a National Gallery, um ex-líbris londrino, a equacionar um plano de rescisões amigáveis. E a repensar o programa de exposições.
21 Fevereiro 2026, 10h00

Custos. Eis a palavra-chave que determinou a decisão da National Gallery de Londres de reduzir drasticamente o número de funcionários, face ao défice previsto no próximo ano de 8,2 milhões de libras (9,4 M€).

Inicialmente, a instituição irá apresentar um plano de rescisões voluntárias aos cerca de 500 funcionários. Estão previstos incentivos financeiros para que deixem o posto de trabalho, mas, depois disso, irá “consultar os funcionários sobre os planos para o futuro”, segundo declarações de um porta-voz ao “The Art Newspaper”. Por outras palavras, a instituição não descarta recorrer a despedimentos compulsivos. Além disso, “irá interromper várias atividades nas quais, por uma série de razões alheias ao nosso controlo, já não podemos justificar os seus custos”, justificou o porta-voz.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 20 de fevereiro.


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