PCP pede mais meios para combate às alterações climáticas

O PCP questionou qual é motivo para a demora na implementação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira da Madeira. Em resposta a secretária regional do Ambiente, Recursos Naturais, e Alterações Climáticas disse que “vai demorar o tempo que foi necessário” de modo a que sirva os interesses dos madeirenses.

Créditos: Élvio Fernandes

O PCP pediu mais meios para combater as alterações climáticas. uma das medidas proposta foi a aplicação de uma eco-taxa turística. O apelo foi feito durante o debate na especialidade do Orçamento Regional e o Plano e Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira (PIDDAR), que decorre na Assembleia Legislativa da Madeira.

“A eco-taxa deve servir para diminuir os impactos da pegada ecológica do turismo na Madeira. Sabemos que é importante o desenvolvimento do turismo na região, mas temos de complementar a atividade com a preservação da natureza”, defendeu Ricardo Lume, deputado do PCP.

O deputado do partido comunista criticou a demora na implementação do Plano da Orla Costeira da Madeira (POC), e questionou se essa demorada “é para permitir a privatização do litoral”.

Ricardo Lume considerou fundamental existir esse plano para que se defenda a orla costeira e se salvaguarde os interesses naturais e da segurança das populações.

A secretária regional do Ambiente, Recursos Naturais, e Alterações Climáticas, defendeu que é preciso aplicar o princípio da legislação ambiente, referente ao utilizador-pagador. “É por aí o caminho para podermos ter receita de quem utiliza e que reverte para a pegada que causa”.

Sobre o POC da Madeira, a governante disse que a implementação “vai demorar o tempo que foi necessário” de modo a que sirva os interesses dos madeirenses.

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“Estas questões têm de ser disseminadas pelas autoridades competentes. Na Madeira o SESARAM é a autoridade de saúde regional, mas tem sempre de reportar à autoridade de saúde nacional”, salientou Sara Cerdas.

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