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Portugal admite assistir a reuniões sobre Gaza do Conselho de Paz de Trump

“No que a Gaza diz respeito, Portugal poderá disponibilizar-se, sempre como observador, para marcar presença em momentos que permitam consolidar o processo de paz ou de reconstrução”, indicou, em declarações à Lusa, fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) a propósito da primeira reunião do organismo criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
19 Fevereiro 2026, 15h01

Portugal admite assistir a reuniões do Conselho de Paz de Donald Trump, que realiza hoje a primeira reunião, “sempre como observador” e quando o tema for a paz ou reconstrução de Gaza, disse à Lusa fonte do Governo.

“No que a Gaza diz respeito, Portugal poderá disponibilizar-se, sempre como observador, para marcar presença em momentos que permitam consolidar o processo de paz ou de reconstrução”, indicou, em declarações à Lusa, fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) a propósito da primeira reunião do organismo criado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.

Portugal recebeu o convite da Casa Branca para integrar o Conselho de Paz, com o chefe da diplomacia portuguesa a admitir aderir a este organismo desde que se cingisse ao conflito israelo-palestiniano.

O Conselho de Paz, organismo composto por líderes mundiais criado pelo presidente norte-americano, arranca esta quinta-feira com a primeira reunião em Washington e a promessa de destinar cinco mil milhões de dólares para reconstruir Gaza.

A Casa Branca convidou formalmente 50 países a aderirem ao Conselho de Paz. Até à data, a adesão à estrutura foi aceite por 26 países, a grande maioria aliados da atual administração norte-americana, como Israel, Argentina, Arábia Saudita e Egito.


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