[weglot_switcher]

Preços do ouro e da prata recuam e há receios de uma queda mais acentuada

O receio de uma queda ainda mais acentuada nos preços está a acentuar a correção nos preços do ouro. Após registar o pior dia em mais de quatro décadas na sexta-feira, o metal precioso caiu mais 8%, recuando para cerca de 4.400 dólares a onça. Em dois dias, perdeu mais de 1.000 dólares a onça.
2 Fevereiro 2026, 15h19

O ouro, esta segunda-feira, chegou a perder 9%, para 4403 dólares por onça troy, recuperando depois para os 4686 dólares (-4,23%). Por sua vez, a prata sofreu uma queda inicial de 15%, para 71,33 dólares, recuperando depois para os 80,6 dólares (-5,6%).

Na última sexta-feira, coincidindo com a nomeação do novo presidente do Federal Reserve, o ouro caiu até 10% e a prata 30%, a maior queda diária. Isto foi resultado de “flutuações de preços que normalmente seriam esperadas ao longo de um ano, e não numa única sessão”, segundo a WisdomTree. A correção estendeu-se a outros metais preciosos, como platina e prata, que caíram até 15%.

“Sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, provavelmente entrará para a história como o dia de maior volatilidade tanto para o ouro quanto para a prata. Medida pela diferença entre as máximas e mínimas intradiárias (em porcentagem da máxima intradiária), 30 de janeiro de 2026 se destaca claramente”, apontam os analistas da WisdomTree, sob perspectiva histórica.

O receio de uma queda ainda mais acentuada nos preços está a acentuar a correção nos preços do ouro. Após registar o pior dia em mais de quatro décadas na sexta-feira, desde 1983, o metal precioso caiu mais 8%, recuando para cerca de 4.400 dólares a onça. Em dois dias, perdeu mais de mil dólares a onça.

A prata estendeu a queda acentuada iniciada na última sexta-feira, quando recuou 30%, a maior perda diária da história. A sessão, desta segunda-feira, impôs um novo golpe de 14% ao metal precioso. Essa queda fez com que seu preço caísse para 72 dólares, bem abaixo da máxima histórica de 121 dólares atingida na semana passada.




Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.