Preços na produção industrial diminuíram 0,2% no segundo trimestre

No segundo trimestre de 2019, a taxa de variação homóloga deste índice situou-se em 0,9%, com uma variação de 1,1% no primeiro trimestre.

O índice de preços na produção industrial registou uma taxa de variação homóloga de -0,2% no mês de junho, sendo que no mês anterior se fixou em 0,9%, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE), esta quarta-feira.

Assistiu-se a uma diminuição do índice de produção industrial devido à evolução do agrupamento de energia, que passou de uma variação positiva de 1,9% para -2,2% em junho. Excluindo este grupo, os preços na produção industrial registaram um aumento de 0,4%, apresentando uma desaceleração de 0,2 pontos percentuais (p.p.) face ao observado em maio.

No segundo trimestre de 2019, a taxa de variação homóloga deste índice situou-se em 0,9%, com uma variação de 1,1% no primeiro trimestre. Os agrupamento de energia e de bens intermédios apresentaram contributos de 0,4 p.p. e 0,2 p.p., respetivamente, resultantes dos aumentos de 2,1% e 0,7%.

Os preços na produção industrial apresentaram, em junho, uma variação mensal de -0,5%, tendo sido de 0,6% no mesmo mês do ano anterior, diminuindo 0,8 p.p. face à observada em maio. O agrupamento de energia, com uma taxa de variação de -2,2%, deu o principal contributo (-0,5 p.p.) para a variação mensal do índice total.

Por secções, a variação do índice total foi particularmente influenciada pelo contributo da secção das indústrias transformadoras (-0,4 p.p.), originado pela variação mensal de -0,4%, sendo que em junho de 2018 se tinha situado em 0,5%.

Recomendadas

Açores em números. Economia regional representa 2% do PIB de Portugal

Uma casa neste arquipélago vale menos 146 euros por metro quadrado do que a média nacional. Só o município de Ponta Delgada tem poder de compra per capita superior à média do país. Estes e outros indicadores estatísticos neste retrato da região autónoma.

Banco central baixa previsão sobre queda da economia brasileira para 5%

As novas estimativas estão em linha com as projeções de agentes do mercado consultados semanalmente pelo Banco Central, que prevê uma retração económica de 5,05% no PIB brasileiro em 2020. O Brasil ainda recupera de uma grave recessão entre os anos de 2015 e 2016, período em que o PIB caiu sete pontos percentuais.

Wall Street aguenta, mas perdeu fôlego ao longo do dia

Os principais índices do outro lado do Atlântico estiveram a subir, mas no final do dia acabaram por ceder. Mesmo assim, dizem os analistas, os investidores continuam a confiar em novos estímulos à economia.
Comentários