O primeiro-ministro afirmou hoje que não houve “nenhuma informação adicional a Portugal” antes do ataque inicial dos EUA ao Irão e sublinhou que o regime usado para autorizações do uso da base das Lajes veio do Governo do PS.
Luís Montenegro falava no debate quinzenal, no parlamento, em resposta ao líder parlamentar do PSD, onde afirmou ainda ter a convicção de que se o primeiro-ministro fosse atualmente do PS “faria, mais coisa menos coisa, exatamente o mesmo que o Governo de Portugal está a fazer”.
“Antes do ataque inicial dos Estados Unidos ao Irão não houve nenhuma informação adicional a Portugal. Houve, naturalmente, o acompanhamento que nós fazemos permanente de todos os sobrevoos e aterragens na base das lajes”, explicou Montenegro.
Segundo o primeiro-ministro, esse acompanhamento é feito ao abrigo de um decreto-lei de 2017 aprovado “por um governo e uma maioria do PS, nessa circunstância até uma maioria que era constituída no parlamento, também pelos partidos da esquerda”, no período da denominada “geringonça”.
“Talvez o maior reconhecimento que nós podemos fazer do sentido de responsabilidade e de estado do Partido Socialista é considerarmos – e eu pessoalmente considero – que se o Partido Socialista estivesse aqui sentado faria mais coisa menos coisa exatamente o mesmo que o Governo de Portugal está a fazer”, disse.
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