PS considera que ferry é “tratado político falhado” do Governo Regional

Os socialistas criticam ainda a falta de ambição, estratégia, e rumo do executivo madeirense na continuidade territorial e a “sucessão de equívocos” com graves custos para a economia regional.

O deputado do PS, Miguel Iglésias, considerou que o dossier ferry é um “tratado político falhado” do executivo madeirense e que a falta de ambição, estratégia, e rumo do executivo madeirense na continuidade territorial é “uma sucessão de equívocos” com graves custos para a economia regional, durante a discussão de um voto de protesto, apresentado pelo JPP, na Assembleia Legislativa da Madeira, contra a rescisão da ligação ferry do contrato de ligação marítima com o Continente.

O socialista diz que a ligação marítima por ferry, entre Continente a Madeira, é um tratado político falhado do Governo Regional, onde se “promete o que não se quer fazer e faz-se propositadamente por falhar”, até que por pressão pública se arranja algo compatível que dê para cumprir o cartaz eleitoral.

“Não fica bem a Albuquerque, presidente do Governo Regional, mentir e omitir informações qualquer que elas sejam, nomeadamente a ligação marítima entre Continente e a Madeira, considerou Ricardo Lume, deputado do PCP.

Ricardo Lume acrescentou ainda que se existe intenção de uma das partes em rescindir o contrato quais são as compensações que a região vai receber.

Da parte do PSD, e através de Carlos Rodrigues, lembra que o Governo da República faltou no financiamento da ligação marítima entre a região e o Continente e no cumprimento da continuidade territorial.

O CDS-PP defendeu, que é importante ter ferry todo o ano e que deve ser o Estado a assegurar financiamento. O deputado António Lopes da Fonseca, manifestou que o primeiro-ministro, António Costa, “não deve concretizar” em 2020 a ligação marítima entre a Madeira e Continente. António Lopes da Fonseca questionou onde está a coerência e transparência de António Costa, sobre o ferry.

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