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PSI fecha no ‘verde’, impulsionado pela NOS

Os principais índices europeus fecharam a primeira sessão da semana entre ganhos e perdas, condicionados por Wall Street, que vive incertezas com a aplicação de novas tarifas por parte de Donald Trump.
23 Fevereiro 2026, 17h06

A bolsa de Lisboa fechou o dia em terreno positivo, com uma subida de 1,71% para 9.245,67 pontos.

A NOS liderou a sessão, com um disparo de 4,27% para 5,010 euros, seguida da Jerónimo Martins, que subiu 4,15% para 22,10 euros. A Mota-Engil ganhou 3,35% para 5,250 euros, a REN aumentou 2,27% para 3,825 euros, a Sonae somou 2,16% para 1,9880 euros e a Altri avançou 0,21% para 4,790 euros.

Em contraciclo, a Corticeira Amorim foi a única a registar perdas no final do dia, com um recuo de 0,14% para 6,90 euros.

As principais praças europeias fecharam no dia misto, com o CAC40 a descer 0,22% para 8.497,17 pontos, enquanto o Ibex35 aumentou 0,68% para 18.287,30 pontos.

O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “as bolsas europeias encerraram divididas entre as quedas de 1,1% do DAX e os ganhos de 1,7% do PSI. E se o índice alemão foi arrastado por perdas mais expressivas de Airbus, SAP e setor automóvel, o índice português recebeu impulso de grande parte das suas cotadas, com destaque para ganhos da NOS, J.Martins, Mota-Engil, REN, Sonae, Galp e BCP”.

“À hora de fecho das praças do velho continente, em Wall Street os índices de ações recuavam em torno dos 1%. Na última hora, rumores de potencial interesse comprador estavam a entusiasmar a Paypal. De forma geral, a bolsa de Nova Iorque é condicionada pela incerteza sobre a aplicação de novas tarifas por parte de Donald Trump e sobre potenciais efeitos retroativos do chumbo do Supremo Tribunal norte-americano às anteriores aplicações tarifárias discriminatórias por parte do presidente. Tudo isto na antecâmara das contas da NVIDIA, a maior empresa do mundo, que chegam quarta-feira após o fecho de mercado”, refere.

No mercado do petróleo o texano WTI derrapa 0,11%, fixando o preço do barril nos 66,44 dólares, e o Brent recua 0,07% para 71,26 dólares. O gás natural desce 0,90% para 2,957 dólares.

No mercado cambial o euro valoriza 0,19% face ao dólar, fixando-se nos 1,1804 dólares.

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