A bolsa de Lisboa fechou o dia a registar ganhos, com um aumento de 0,71% para 8.128,00 pontos.
A Teixeira Duarte foi a única das cotadas a fechar flat. Já a Mota-Engil disparou 3,70% para 4,930 euros, seguida dos CTT que subiram 1,78% para 7,42 euros. A NOS ganhou 1,42% para 3,935 euros, o BCP aumentou 1,28% para 0,8842 euros, a Jerónimo Martins somou 1% para 20,90 euros e a EDP Renováveis avançou 0,09% para 11,69 euros.
As principais praças europeias fecharam a sessão no ‘verde’, com o CAC40 a ganhar 0,80% para 8.150,64 pontos e o Ibex35 a subir 1,15% para 17.132,36 pontos.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “as bolsas europeias encerraram em alta, no dia em que o BCE agiu sem surpresas ao manter as taxas de juro para a Zona Euro inalteradas, mas elevou as perspetivas de crescimento económico para os próximos anos, estimando uma inflação alinhada à meta dos 2%/ano até 2028. No Reino Unido o Banco de Inglaterra desceu os juros em 25 pontos base, em linha com o previsto”.
“Apesar das comunicações no velho continente, a grande motivação dos investidores veio de Wall Street, perante as fortes contas e projeções dadas pela Micron Technology, sustentadas na forte procura por IA, e especialmente pela indicação de que a inflação nos EUA se situou consideravelmente abaixo do esperado em novembro, alimentando expetativas de cortes de juros pela Fed em 2026”, refere.
No mercado do petróleo o texano WTI ganha 0,73%, fixando o preço do barril nos 56,20 dólares e o Brent aumenta 0,54% para 60 dólares. O gás natural sobe 1,02% para 4,065 dólares.
No mercado cambial o euro deprecia 0,11% face ao dólar, fixando-se nos 1,1726 dólares.
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