Qual o desafio das Fintech no contexto do mercado português? Assista amanhã ao “30’ a 3” com João Barros

Esta quarta-feira, entre as 18h30 e as 19h00, realiza-se a quinta de seis conversas mensais promovidas pelo Jornal Económico e pelo Montepio Crédito, num ciclo que visa promover o debate e o esclarecimento público sobre os temas mais decisivos para o futuro do país.

Cristina Bernardo

“O desafio das Fintech no contexto do mercado português” é o tema da quinta de seis conversas mensais promovidas pelo Jornal Económico (JE) e pelo Montepio Crédito, num ciclo chamado “30’ a 3”. A quinta sessão do “30’ a 3” realiza-se esta quarta-feira entre as 18h30 e as 19h00, no restaurante Olivier Avenida, em Lisboa.

O CEO da empresa portuguesa de pagamentos Pagaqui, João Barros, é o convidado deste encontro, no âmbito num ciclo de conversas que visa promover o debate e o esclarecimento público sobre os temas mais decisivos para o futuro do país. O orador far-se-á acompanhar por Pedro Gouveia Alves, presidente do Montepio Crédito, sendo a conversa moderada por André Cabrita-Mendes, editor do JE.

Inicialmente este debate estava marcado para esta terça-feira, 3 de dezembro, mas foi reagendada para amanhã devido a questões técnicas.

Recomendadas

PremiumBanca deve garantir que intermediários prestam bons serviços

“Uma estrutura mais ágil e enxuta, com menos custos, acaba por não ter esta estrutura a que a regulamentação dos sistemas financeiros obriga”, afirma o presidente do Montepio Crédito.
joão_barros_pagaqui_30_3

Pagaqui vai permitir que clientes paguem o café com bitcoins

“O contrato está assinado e vai ser operacionalizado durante o mês de janeiro”, afirmou João Barros, CEO da empresa portuguesa de pagamentos, no ciclo de conversas “30’ a 3”, promovido pelo Montepio Crédito e pelo Jornal Económico.
pedro_gouveia_alves_montepio_30_3

Presidente do Montepio Crédito diz que maior desafio das fintechs surge dos meios de pagamento

“Não será muito fácil a uma multinacional fintech em Portugal operar soluções de crédito para consumidores, uma vez que tem de preencher um conjunto de requisitos regulamentares que, do ponto de vista de desenvolvimento e análise do risco, são pesados”, defende Pedro Gouveia Alves.
Comentários