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Reclamações na energia caem 17% para 4.251 no segundo trimestre

Segundo o Boletim de Apoio ao Consumidor de Energia, publicado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), o número de pedidos de intervenção da ERSE entre abril e junho deste ano registou um ligeiro decréscimo de 3%, para 1.097, relativamente ao trimestre anterior, em que tinham totalizado 1.130.
5 Agosto 2025, 13h14

O número de reclamações no setor da energia caiu 17% no segundo trimestre, para 4.251, face ao mesmo período de 2024, e diminuiu 8% em relação aos três meses anteriores, segundo dados do regulador, hoje divulgados.

Segundo o Boletim de Apoio ao Consumidor de Energia, publicado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), o número de pedidos de intervenção da ERSE entre abril e junho deste ano registou um ligeiro decréscimo de 3%, para 1.097, relativamente ao trimestre anterior, em que tinham totalizado 1.130.

Já comparativamente com o segundo trimestre de 2024, verificou-se um aumento de 16% nos pedidos de intervenção do regulador.

A maioria daqueles pedidos incidem sobre o setor elétrico (87,8%), com a faturação a manter-se o tema que gera maior conflitualidade (32,8%).

Segundo a ERSE, nos últimos quatro trimestres, as queixas apresentadas através dos livros de reclamações (físico e eletrónico) incidiram principalmente sobre o setor elétrico (80,5%), seguindo-se as relativas ao fornecimento dual (eletricidade e gás natural), com 8,6%.

Os três temas mais reclamados – faturação, contrato de fornecimento e práticas comerciais desleais – representaram 45,2% das reclamações apresentadas pelos consumidores nos livros de reclamações das empresas, entre abril e junho.

No segundo trimestre, o tratamento e resposta a 94% dos pedidos de intervenção do regulador ocorreu num prazo inferior a 90 dias, salientou a ERSE.


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