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Reinventar a sala de cinema é falar de futuro

É tempo de olhar para o consumo de filmes em sala. Para o encerramento de cinemas. Inviabilidade económica? Modelo de negócio ultrapassado? Em 2025, as salas perderam um milhão de espetadores face a 2024. Mas há outros números a que importa dar atenção.
9 Janeiro 2026, 19h00

E se um estranho lhe dissesse que descobriu como cometer o crime perfeito sem ser incriminado? O golpe implica duas pessoas. Cada uma define quem pretende eliminar e assassina a vítima apontada pelo outro. Não havendo motivo, cada uma das partes escaparia ilesa às consequências do delito. Delírio? Não. Filme. Realizado por Alfred Hitchcock em 1951. “O Desconhecido do Norte-Expresso”, no original Strangers on a Train. Captámos a sua atenção?
A verdade é que não há fórmulas mágicas para a cinefilia, mas criar público que aprecie ver cinema em sala, espetadores, para usar a expressão correta, não é impossível. E passa, forçosamente, pela criação de (bons) hábitos.

Conteúdo reservado a assinantes. Aceda à versão completa aqui. Edição do Jornal Económico de 9 de janeiro.


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