Rocket Factory, CEiiA e AICEP criam centro de micro-lançadores em Portugal

Esta estrutura servirá de apoio ao foguetão RFA One e abre uma «nova fase na estratégia portuguesa para o Espaço».

RFA

Nos próximos três anos, o consórcio criado pela empresa alemã Rocket Factory (RFA), pelo CEiiA e pela AICEP vai investir nove milhões de euros na criação de um centro de micro-lançadores espaciais em Portugal, que vai permitir à RFA «colocar cargas em órbita».

O objetivo passa por produzir, nos Açores, um conjunto de três estruturas primárias para estes micro-lançadores: «A Payload Fairing (PF), a Kick Stage (KS), incluindo as estruturas para suportar um sistema de propulsão, e os Separation Interface Flanges (SIF) que conectam os diferentes estágios do veículo (incluindo o KS e o PF)».

Esta estrutura servirá de apoio ao foguetão RFA One e abre uma «nova fase na estratégia portuguesa para o Espaço», disse Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, no evento de apresentação deste projeto.

O CEiiA já estava envolvido noutro projeto com a RFA (a criação de um demonstrador orbital, no âmbito do programa C-STS da ESA» e este novo trabalho é visto como um «próximo passo natural», de acordo com Tiago Rebelo, diretor técnico do CEiiA.

PCGuia
Recomendadas

O principal desafio para o sector das pescas é tecnológico

O presidente da Associação dos Armadores de Pesca Industrial diz que a frota precisa de um salto tecnológico que a União Europeia deveria impor e apoiar quanto antes.

Desenvolvimento tecnológico vai marcar segurança privada

Na lista das 10 tendências identificadas pela associação norte-americana de segurança, e que constam do seu último relatório, todas têm uma base tecnológica e metade respeitam a esta integração entre vídeo e software, com destaque para as ferramentas de reconhecimento facial.

PremiumMário Palhares: “BNI e Finibanco Angola continuam empenhados em encontrar uma solução”

O processo de venda do Finibanco Angola a Mário Palhares do Banco BNI, acordado em 2015, acabou. Mas o CEO do banco angolano garante ao JE que o BNI e o Finibanco continuam empenhados em encontrar uma solução.
Comentários