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Rui Santos: “Portugal não se pode limitar a comprar material para a Defesa”

Rui Santos, diretor-geral da AED Cluster, acredita que agora é o momento para o país desenvolver empresas ligadas ao setor da Defesa, ao invés de ser mero comprador de material e soluções militares.
27 Fevereiro 2026, 17h00

Independentemente do que acontecer, se a guerra na Ucrânia acabar amanhã ou se Trump sair do poder, já está tudo em movimento relativamente à soberania europeia, e por isso vive-se num contexto absolutamente único para o desenvolvimento da industria da Defesa”, diz ao Jornal Económico Rui Santos, diretor-geral da AED Cluster Portugal. A invasão de territórios ucranianos pela Rússia – que esta semana assinalou quatro anos – a instabilidade geopolítica trazida pela administração Trump no último ano, com as consequentes dúvidas sobre o papel da NATO. A que se soma a tensão entre a China e Taiwan e as tensões no Médio Oriente alteraram a política mundial e instigou a Europa a olhar de forma diferente para as questões de soberania e da Defesa.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia o artigo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 27 de fevereiro.


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