“Sabemos quem és e o que estás a passar”. A carta aberta da PSP a mulheres violentadas

A PSP escreveu uma carta aberta neste Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher.

A Polícia de Segurança Pública, na sua página oficial de Facebook, escreve uma carta aberta a todas as mulheres vítimas de violência. “Sabemos quem és e o que estás a passar. Acredita que sim. Queremos ajudar e trabalhamos em conjunto com outros parceiros para te manter segura. Estamos sempre contigo, 24/7. Existimos para isso”, pode ler-se na publicação nas redes sociais.

Mas a força não se fica por aqui e vai ainda mais longe: “A tua família e amigos dizem-te que corres perigo e tens de mudar essa situação. Não é só a violência física, mas a psicológica também”.

A PSP recorda também que “agressões, ofensas e perseguição não podem fazer parte da vida de uma mulher. Ouves ‘não volta a acontecer’, ‘eu vou mudar’, ‘desculpa’ ou ‘a culpa é tua’, mas não é não”.

Para terminar, a Polícia de Segurança Pública sublinha: “Não estás sozinha. Liga-nos ou vai à esquadra mais próxima. Estamos aqui”.

Recomendadas

Técnicos de emergência pré-hospitalar vão pedir esclarecimentos ao INEM sobre formação

“O presidente do INEM anda há cinco anos a dizer que não tem médicos para dar formação aos TEPH [técnicos de emergência pré-hospitalar]. Vamos ainda hoje endereçar um pedido de esclarecimento sobre como pretende formar estes TEPH e em quanto tempo os prevê formar”, disse Rui Lázaro, do STEPH, em declarações à Lusa.

Presidência UE: Von der Leyen “saúda calorosamente” acordo sobre Lei Europeia do Clima

A presidente da Comissão Europeia reagia assim ao acordo provisório alcançado sobre a Lei Europeia do Clima, que estabelece uma meta vinculativa de redução de emissões de CO2 para 2030 e o objetivo de atingir a neutralidade carbónica até 2050, além de introduzir uma nova meta intermediária para 2040 cujo valor ainda será estipulado.

Clima: Associação Zero com poucas esperanças na cimeira dos EUA

“Para não aumentarmos mais de 1,5 graus Celsius em relação à era pré-industrial, precisamos de reduzir as emissões mundiais em 45% entre 2010 e 2030”, mas com as novas NDC “o decréscimo é de apenas 0,5% em relação aos 45% necessários”, diz a Zero, notando que esta contabilização envolve apenas os países que já revelaram os seus compromissos, faltando “países chave”.
Comentários