São os desportos radicais mais recetivos à tecnologia?

“Acho que quanto mais tecnologia, melhor”, admite Ashley. “Já há relógios que conta a velocidade a que estamos a surfar, e também traça um percurso através de GPS. É ótimo surfar com estas condições”.

Cristina Bernardo

Quando se trata de desportos que abraçam a tecnologia, o surf tem-se esforçado para liderar o caminho. GoPros, pranchas impressas em 3D e fatos aerodinâmicos são apenas a ponta do iceberg. O painel de surfistas da Web Summit composto por Anastasia Ashley, Andrew Cotton, Garrett McNamara e o português Tiago Pires, reúne aqueles que admiram o casamento da tecnologia com o surf.

Para McNamara, a monitorização das ondas é a grande maioria da tecnologia. “Com tecnologia podemos saber exatamente como vão estar as ondas e o mar, com exceção da Nazaré, onde o tempo é sempre uma incógnita”, disse.

“O aumento da qualidade de câmaras e da invenção da GoPros trouxe-nos uma experiência diferente e começamos a criar conteúdos e a colocá-los no YouTube. Isto ajudou a construir o meu nome e a ajudou-me a promover o meu trabalho e as minhas competições”, adianta Andrew.

O surf vai pela primeira vez marcar presença nos Jogos Olímpicos, e Tiago Pires defende que a prova deveria ser num ambiente controlado, e, por isso, deveria ser numa piscina de ondas. Uma visão partilhada por Ashley, porque diminui as desigualdades e promove o espetáculo.

“Acho que quanto mais tecnologia, melhor”, admite Ashley. “Já há relógios que conta a velocidade a que estamos a surfar, e também traça um percurso através de GPS. É ótimo surfar com estas condições”.

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