O candidato candidato mais votado na primeira volta das presidenciais decidiu começar esta segunda fase da campanha presidencial com uma visita à USF Cruzeiro e USF Mosteiro, em Odivelas, reafirmando que a saúde “é a prioridade das prioridades” e será a sua primeira causa no ano inaugural do seu mandato, caso seja eleito Presidente da República na segunda volta de 8 de fevereiro.
“Não se trata de pressionar [o Governo], trata-se de colaborarmos todos no mesmo sentido. Eu não venho para pressionar ninguém, venho é para exigir resultados e aquilo que eu quero é que os portugueses tenham saúde a tempo e horas”, respondeu aos jornalistas quando questionado se esse trabalho não passaria por pressionar o executivo de Luís Montenegro.
Seguro, que fez da saúde a sua grande bandeira na campanha da primeira volta, prometeu “trabalhar insistentemente para que haja saúde a tempo e horas para todos os portugueses” e disse que já estava “a recolher contributos para quando reunir com os partidos e com o primeiro-ministro”, além do pacto que propõe, levar já ideias.
“A minha relação com o Governo é uma relação com o senhor primeiro-ministro. É o primeiro-ministro que chefia o Governo. Naturalmente, estou ansioso por ter essa primeira reunião e para definirmos as regras do nosso trabalho. O Presidente da República, na minha interpretação, deve cooperar institucionalmente com os órgãos de soberania e designadamente com o Governo que tem o poder executivo”, insistiu.
Seguro tem afirmado que, caso seja eleito Presidente da República e as alterações à legislação laboral propostas pelo Governo lhe chegassem para promulgação como estão, as vetaria politicamente.
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