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Semapa sobe quase 3% e lidera sentimento positivo na bolsa

O índice PSI registou uma ligeira subida na sessão de sexta-feira, com três das cotadas a valorizarem mais de 2%. Entre as congéneres europeias, o dia foi marcado por curtas mexidas, sobretudo positivas.
8 Agosto 2025, 17h03

A bolsa de Lisboa encerrou a semana com leves ganhos na última sessão, na medida em que o índice PSI ganhou 0,23%. O sentimento segue a linha do sentimento subtilmente positivo vivido entre as principais praças europeias.

Entre as subidas mais acentuadas, a Semapa avançou 2,96% até aos 5,21 euros por ação, ao passo que, no caso da Semapa, houve um acréscimo de 2,82% para 18,24 euros e na Navigator registou-se uma somatório de 2,46% para 3,336 euros. Ao mesmo tempo, a Galp valorizou 1,10% até aos 16,57 euros e a Mota-Engil avançou 0,97%, tendo alcançado os 5,225 euros.

No ‘vermelho’ ficou a Ibersol, cujos títulos tombaram 1,24% para 9,52 euros, ao passo que a EDP Renováveis contraiu 0,70% até aos 9,98 euros.

No exterior, houve subidas de 0,99% em Espanha, 0,47% em Itália e 0,44% em França, ao passo que o índice agregado Euro Stoxx 50 somou 0,19%. Em sentido oposto, registaram-se descidas de 0,17% na Alemanha e 0,11% no Reino Unido.

No mercado de futuros, o Brent sobe 0,72% e o barril está a ser negociado nos 66,91 dólares, ao passo que o WTI avança 0,55% para 64,23 dólares por barril. No mercado cambial, o euro recua 0,02% face ao dólar, na medida em que um euro está a ser negociado por 1,1662 dólares.

“Índices europeus encerram na sua maioria em alta, numa sessão onde surgem rumores de que os EUA e a Rússia pretendem chegar a um acordo para interromper a guerra na Ucrânia, que garantiria a ocupação russa do território tomado durante a invasão militar”, aponta-se a análise do Departamento de Mercados Acionistas do Millenium Investment Banking.

Neste contexto, “o índice alemão demonstrou uma performance mais fraca, pressionado pela queda da Munich Re (em reação às contas apresentadas), que levou o setor segurador a comandar as quedas na Europa”, assinala-se.

Por outro lado, “o setor de recursos naturais liderou os ganhos, impulsionado pela subida dos preços das matérias-primas, após o Financial Times ter noticiado que os EUA impuseram tarifas sobre as importações de barras de ouro com mais de um quilo”, pode ler-se na mesma análise.

“Em território nacional o BCP viu, uma vez mais, casas de investimento elevarem a sua avaliação”, acrescenta-se ainda.


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