Sesimbra: dominado fogo na encosta do castelo

O incêndio, segundo revelou à Lusa esta tarde fonte do Comando Territorial de Setúbal da GNR, obrigou à retirada de “cerca de 50 pessoas” que se encontravam “a visitar” o castelo, as quais foram transportadas para “local seguro”.

O incêndio que deflagrou hoje à tarde na encosta do castelo de Sesimbra (Setúbal) já se encontra dominado, desde as 18:30, tendo queimado mato, mas sem causar danos materiais ou vítimas, revelou a Proteção Civil.

“O incêndio encontra-se dominado, desde as 18:30, e não existem vítimas, nem danos materiais. Só queimou mato”, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal.

O fogo começou na Rua da Assenta, na encosta do castelo e, questionada pela Lusa sobre a alegada pluma de cinzas e o fumo que terá provocado sobre Sesimbra, a fonte do CDOS considerou a situação “normal”.

“Todos os fogos criam fumo e é normal que crie aquela pluma, o castelo é mesmo encostado a Sesimbra”, disse.

O incêndio, segundo revelou à Lusa esta tarde fonte do Comando Territorial de Setúbal da GNR, obrigou à retirada de “cerca de 50 pessoas” que se encontravam “a visitar” o castelo, as quais foram transportadas para “local seguro”.

De acordo com a mesma fonte, quando as chamas eclodiram “na zona envolvente ao castelo” encontravam-se nas instalações “cerca de 50 pessoas e entre 25 a 30 veículos”.

“Tenho a informação de que tanto as pessoas como os veículos já foram retirados, de forma progressiva, para evitar a confusão”, e foram, “calmamente, transportados para um local seguro”, disse.

Dessas pessoas retiradas do interior do castelo pela GNR, “ninguém apresentava ferimentos”, assinalou a mesma fonte da guarda.

As operações de combate ao incêndio mobilizavam, por volta das 19:00, 92 operacionais, apoiados por 27 veículos terrestres e um meio aéreo (um helicóptero), revelou a fonte do CDOS.

Ler mais

Recomendadas

Aicep tem em pipeline novos investimentos de 1,01 mil milhões de euros

Novos projetos de investimento previstos para 2020 devem criar mais de 2100 empregos. O presidente da Aicep, Luís Castro Henriques mantém o optimismo na evolução da economia portuguesa

Elisa Ferreira: “Europa tem de começar a pensar seriamente em reforçar o orçamento com recursos próprios”

A comissária europeia para a Coesão e Reformas lamentou a proposta da Finlândia de alocar 1,07% do rendimento nacional bruto dos Estados-membros ao orçamento comunitário e admite que seria preciso ter ido “mais longe” mesmo na sugestão da Comissão, que é de 1,11%.

Dívida pública do Brasil cresce 9,5% em 2019 e bate recorde de 920 mil milhões de euros

O valor representa um aumento de 9,5% em relação a 2018, quando a dívida foi de 3,877 biliões de reais (840 mil milhões de euros).
Comentários