SPGM vai ajustar-se para se adaptar a uma economia mais verde

PGM que avaliam projetos das empresas que procuram financiamento porque “uma empresa que incorpora na sua atividade a circulabilidade na sua produção é uma empresa que contribui para a diminuição dos riscos ambientais e do seu próprio risco”, reforçou Beatriz Freitas no painel Sustentabilidade e Competitividade | Financiamento de novos projectos, que se realizou no âmbito da “da “Portugal Smart Cities Summit 2020”, organizada pela Fundação AIP e da qual o Jornal Económico é media partner

A SPGM — Sociedade de Investimento, entidade coordenadora de garantia mútua, terá de se ajustar no sentido de acompanhar a transição da economia para uma economia mais verde e mais limpa.

Beatriz Freitas, da SPGM — Sociedade de Investimento, frisou esta manhã, no painel Sustentabilidade e Competitividade | Financiamento de novos projectos, que se realizou no âmbito da “da “Portugal Smart Cities Summit 2020”, organizada pela Fundação AIP e da qual o Jornal Económico é media partner, que o papel para uma economia mais circular e mais limpa não se esgota nas empresas. Antes, envolve também a participação de outros agentes dos diferentes quadrantes da economia, como a SPG:

“Nós próprios temos de nos ajustar, temos de ser agentes deste movimento e concentrar os nossos esforços em criar produtos financeiros mais verdes e um financiamento mais sustentável, o que envolve uma grande mudança da nossa parte, desde os analistas que avaliam os projetos”, disse a responsável da SPGM.

A avaliação de critérios de sustentabilidade é cada vez mais relevante para os analistas da SPGM que avaliam projetos das empresas que procuram financiamento porque “uma empresa que incorpora na sua atividade a circulabilidade na sua produção é uma empresa que contribui para a diminuição dos riscos ambientais e do seu próprio risco”, reforçou Beatriz Freitas.

Pelo que vemos no sistema de garantia mútua e nos diversos apoios públicos prestados às empresas verificou-se que existia uma grande capacidade de adaptação das empresas a esta temática e a todos os produtos que envolvem questões ambientais.

A vertente social da sustentabilidade também não está esquecida pelo que a SPGM vai ter a breve trecho, dentro de três ou quatro meses, produtos especializados para o setor social, adiantou Beatriz Freitas.

A responsável afirmou também que se verificou “no sistema de garantia mútua e nos diversos apoios públicos prestados às empresas que existia uma grande capacidade de adaptação das empresas a esta temática e a todos os produtos que envolvem questões ambientais”.

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