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Standard Bank Angola celebra acordo de correspondência com J.P. Morgan

Decisão marca a reentrada do banco norte-americano no mercado angolano. Luís Teles, CEO do SBA, classifica a decisão como um “marco histórico para o Standard Bank de Angola”, que iniciou atividade no mercado angolano em 2010, e também “para o país”.
24 Outubro 2025, 20h56

O Standard Bank Angola (SBA) anunciou, esta sexta-feira, a aprovação da abertura de contas correspondentes em dólares e em euros com o banco norte-americano J.P.Morgan, uma decisão que abre caminho à reintegração de Angola no sistema financeiro global.

“Com a aprovação formal do Comité Interno Global do J.P. Morgan, o Standard Bank Angola torna-se o primeiro banco angolano a obter esta autorização, marcando o restabelecimento oficial da presença de bancos norte-americanos no sistema financeiro nacional”, lê-se num comunicado do SBA ao qual o Jornal Económico (JE) teve acesso.

Luís Teles, CEO do SBA, classifica a decisão como um “marco histórico” para o Standard Bank de Angola, que iniciou atividade no mercado angolano em 2010, e também “para o país”. “A reentrada do J.P. Morgan no mercado angolano demonstra que a união de duas instituições financeiras globais tem o potencial de desbloquear o potencial de África, promovendo o seu crescimento”, defende.

O processo agora concretizado começou em 2023, decorrida “uma análise rigorosa e detalhada de due diligence”, executada pela equipa de Compliance do SBA e apoiada pela equipa de Instituições Financeiras do Grupo Standard Bank, “com o objetivo de reabrir uma relação direta de correspondência com Bancos Norte-Americanos”, acrescenta o banco de Luanda na mesma nota.

Ainda segundo o presidente da comissão executiva do Standard Bank Angola, que assumiu funções em 2018, a “conquista” agora tornada pública “representa muito mais do que a abertura de contas correspondentes, marca a reintegração de Angola no sistema financeiro global, através do Standard Bank de Angola, o que reafirma o importante papel da nossa instituição na promoção do crescimento de Angola”.


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