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Tecnologia ameaça um terço das profissões e cria novos empregos

A maior fatia dos empregos corre baixo risco de automação, mas falta-lhe potencial para ser alavancada pela IA. Requalificação é fundamental para a economia ficar mais tecnológica e pagar melhores salários.
4 Abril 2025, 11h15

Há quanto tempo não vê uma cara no guichê do Metro? Pois é. O funcionário desapareceu do habitáculo quase sem deixar rasto. Em muitos outros locais de trabalho acontecerá o mesmo, se não aconteceu já. Operadores de caixa e venda de bilhetes fazem parte das “profissões em colapso”, aquelas que correm risco sério de extinção por serem vulneráveis à disrupção tecnológica.

Em Portugal 28,8% dos empregos estão aqui, revela o estudo “Digitalização no Mercado de Trabalho em Portugal: Potenciais efeitos transformativos e destrutivos”, divulgado, hoje, pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS). Coordenado por Rui Baptista, professor catedrático do Instituto Superior Técnico, envolve outros dois professores da casa e investigadores do Centro de Estudos de Gestão: Hugo Castro Silva e António Sérgio Ribeiro e o economista do Joint Research Centre da Comissão Europeia, Pablo Casas-Aljama.

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