PremiumFernando Alexandre: “Temos de ter regiões-estrela conhecidas mundialmente como de excelência”

Fernando Alexandre defende um novo modelo de desenvolvimento económico, onde o sistema científico esteja na fileira da frente. Diz que o país beneficiaria de regiões especializadas na produção de determinadas tecnologias e apela à ligação ferroviária ao centro da Europa.

Fernando Alexandre
DR

Fernando Alexandre coordenou o novo estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), “Do made in ao created in: um novo paradigma para a economia portuguesa”, lançado esta sexta-feira, que se debruça sobre sete áreas consideradas estratégicas: ambiente económico, sistema científico e tecnológico, qualificações e mercado de trabalho, PME inovadoras, território e infraestruturas, investimento direto estrangeiro e cadeias de valor globais e estratégia nacional para o mar. O economista e vice-presidente do Conselho Económico e Social diz que o objetivo para depois de 2023 “não pode” ser as taxas de crescimento previstas. O caminho passa, defende, por uma aproximação do sistema científico à indústria, por condições para surgirem empresas inovadoras, sem esquecer as ligações do país.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Mercado automóvel sobe 3,3% até novembro, mas cai face a 2019

“Nos 11 meses de 2021, foram colocados em circulação 163.944 novos veículos, o que representou uma diminuição de 33,1% relativamente a 2019, apesar da comparação com 2020 mostrar um aumento de 3,3%”, indicou, em comunicado, a ACAP.

Covid-19: ANA diz que recuperação do tráfego está nos 50%, mas nova variante pode obrigar a rever previsões

A gestora aeroportuária diz que foi conservadora nas previsões que fez e que, por isso, está a ser surpreendida “pela positiva”, mas admite que a nova variante do SARS-CoV-2 poderá forçá-la a alterar projeções, devidos a possíveis cancelamentos.

UE só exportou metade do valor de produtos de energia verde importados em 2020

O valor das importações de painéis solares e biodiesel foi muito superior ao valor correspondente das exportações dos 27 Estados-membros destes bens para países fora da UE.
Comentários