Premium“Todos os governos deveriam reduzir a carga fiscal nas empresas”, sugere presidente da CIP

António Saraiva, presidente da CIP, defende a importância de uma política orçamental estável e que não dependa das cores partidárias dos executivos para promover o investimento no país.

Cristina Bernardo

O alívio da carga fiscal e uma política orçamental contínua são pontos cruciais para aumentar o investimento em Portugal e fortalecer a competitividade internacional do tecido empresarial nacional, pelo que deveriam ser encarados como uma prioridade por qualquer governo, alerta António Saraiva. O presidente da Confederação Empresarial Portuguesa (CIP), conhecido na praça pública como o “patrão dos patrões”, defende uma política orçamental que não se altere consoante as cores partidárias que prevalecem nas eleições, como tem acontecido.

“Os políticos poderão ter a consciência de que a política fiscal é determinante para a promoção do investimento, mas temos assistido a ciclos”, começou por dizer o presidente da CIP, convidado da segunda edição do JE 30’ a 3, um ciclo de conferências mensais organizadas pelo Jornal Económico e pelo Montepio Crédito, e que se realizou esta terça-feira, no restaurante Olivier Avenida, em Lisboa.

Artigo publicado na edição semanal de 30 de agosto de 2019, do Jornal Económico. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.

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